A educação clama por inovação – e começa a ser ouvida

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“Vivemos conectados o tempo todo. Nossas relações pessoais e comerciais já não são criadas ou mantidas como antes. O mundo já não é como costumava ser. Como já disse o web ativista Gil Giardelli, a era da informação acabou e estamos vivendo hoje o tempo da colaboração. Esse fato traz efeitos reais em todos os mercados.

Na educação não é diferente. Nosso sistema está respirando por aparelhos. Por isso, a inovação, aderida em tantos outros setores, pede passagem.

Ok, desde o crescimento incentivado e orgânico do acesso à Internet, temos passando por alterações, mas ainda assim é preciso potencializar mais iniciativas que tornem essa ferramenta mais valiosa a quem deseja consumir qualidade, e não só quantidade.

O ensino como um todo precisa se conectar, tanto em seus níveis (fundamental, médio e superior) quanto ao mercado atual. Quer uma boa notícia? Há novas técnicas e metodologias de ensino que convergem e colaboram para esse avanço, assim como a adoção de tecnologias no formato atual.

Por exemplo, existem iniciativas como a promovida pela Fundação Lemann, que investe em empresas e ações de melhorias para o ensino fundamental, e novas instituições de ensino, como a Kroton e a Estácio, que estão fomentando fortemente ações voltadas ao ensino superior. Nós do Me Passa Aí, assim como outras empresas de tecnologia e startups, temos trabalhado também para atenuar gaps nos processos tradicionais.

E na minha visão de professor e empreendedor, entendo que o perfil do aluno está mudando, assim como seu comportamento. Ele quer consumir informação de qualidade, mas não consegue dispor de muitas horas a mais do seu dia, já dividido entre trabalho e estudo, assistindo a vídeos e lendo longos materiais que exigem dele o poder de resumo além da compreensão das matérias. A nova geração aprende mais rápido, é um fato, e ela quer plataformas que acompanhem essa velocidade.

Não menos importantes, os professores já estão entendendo o quanto a tecnologia, que antes era ensinada, agora ajuda a transmitir conhecimento. Com a nossa a ferramenta por exemplo, já é possível observar a antecipação do processo de aprendizagem, passando nossas vídeo aulas curtas para serem assistidas antes das aulas, e com isso terem mais eficiência no momento “corpo a corpo” com os alunos.

Com a tecnologia, pode-se aprender tudo de sua própria casa e tende a ser direcionada a perfis e habilidades individuais, diferentemente do modelo tradicional onde o mesmo conteúdo é massificado a um grupo de alunos em uma sala cheia. A educação já não possui mais o modelo onde o conhecimento está na mão de um ou outro professor.

“No século XXI, as redes de banda larga são tão cruciais para a prosperidade econômica e social quanto às redes de transporte, água e eletricidade”, como disse certa vez o ex-secretário-geral da União Internacional de Telecomunicações Hamadoun Touré.”

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